Juliana Caribé é fotógrafa e multiartista. Seu trabalho transita entre autorretratos, ensaios com mulheres, intervenções em fotos impressas (fotografia híbrida) e registro de eventos culturais (espetáculos, shows, lançamentos de livros e outros) e festas infantis. Seus ensaios são um convite ao reencontro com a própria imagem. Pinta, borda, escreve, performa. Assinou a direção de fotografia de “O Farol”, filme realizado para experimento híbrido de teatro e audiovisual. Desenvolve projetos que exploram o corpo como linguagem, a fotografia como memória e o afeto como gesto político e, neles, busca transformar imagem em processo, seja para se ver, seja para acolher outras mulheres em seus próprios reencontros com seus corpos e com suas identidades. Em “toda nudez será permitida”, fotografou mulheres por 4 anos, com duas exposições individuais em Brasília. Em “mimesis”, trabalhou com o tema da maternidade solo e da invisibilidade social por meio de autorretratos com interferência de bordados, com uma exposição individual em Brasília. Em “Caleidoscorpos”, pinta corpos e os fotografa. Participou de exposições coletivas em Brasília, no Rio e em SP, e recebeu menções honrosas em diversos concursos de fotografia no Brasil. Assinou capas da revista Focus (Alemanha) e da Traços DF, onde também teve seu trabalho como autorretratista publicado. Participou do projeto “Como eu me vejo”, com foto veiculada no programa da Fátima Bernardes e exposta no RJ. É a fotógrafa oficial do projeto “Estação do Choro”, em Brasília, desde 2019. Ministrou diversos cursos e deu palestras na UnB e no UniCeub. Na pandemia, autopublicou um ebook sobre autorretrato. Fez a curadoria da exposição “solo”, de Marcus Amorim. É uma das idealizadoras, fundadoras e organizadoras da Lampejo fotografia autoral, espaço de compartilhamento de saberes e feira de fotografia cheia de trocas e afetos. Acredita que fotografia é história, é ressignificação, é herança. É o que fica do que passou.
Back to Top